Júnior Borges se reúne com Otto Alencar para manter REIQ e 30 mil empregos na Bahia

O presidente da Câmara Municipal de Camaçari, Júnior Borges (DEM), tem realizado uma série de encontros para garantir a manutenção do Regime Especial da Indústria Química (REIQ) e, nesta terça-feira (18), reuniu-se com o senador Otto Alencar (PSD) e o presidente da Câmara de Salvador, Geraldo Júnior (MDB), para articular a volta desse sistema de benefícios que garante competitividade à indústria baiana. Sem o REIQ, cerca de 30 mil empregos estão ameaçados no estado.

Numa luta suprapartidária para manter estes postos de trabalho, Júnior Borges articula o apoio do Congresso Nacional e de ministérios para a volta deste programa. No encontro, Otto Alencar afirmou que é contra a revogação e que está se movimentando neste sentido no Senado, colocando-se à disposição para ajudar no que for preciso e parabenizou Borges pela atuação à frente do REIQ, revogado de surpresa pelo presidente Jair Bolsonaro.

“Não vamos permitir isso neste momento em que o Brasil precisa garantir empregos. Este setor é fundamental para o desenvolvimento econômico e também para a expansão da ciência, da pesquisa e da tecnologia. É muito importante que o Brasil possa, como país em desenvolvimento, manter essa possibilidade de melhoria das suas plantas industriais e dos investimentos para melhorar a tecnologia do setor químico e petroquímico”, disse Otto, que adiantou que já fez contato com senadores de outros estados para impedir o fim do REIQ.

Também vereadores de Camaçari e preocupados com a situação da empregabilidade no município, que já perdeu a fábrica da Ford, Dilson Magalhães e Gilvan Souza, ambos do PSDB, fortaleceram a frente de mobilização na reunião desta terça. Borges tenta angariar apoio dos congressistas baianos para levar a pauta adiante novamente.

“Tem que haver um movimento suprapartidário para defender a indústria do nosso país. Essa é uma matéria nacional e, neste momento, estou preocupado com quase 30 mil empregos que podemos perder na Bahia. Temos que apontar a inconstitucionalidade da Medida Provisória e questionar isso no Senado Federal”, aponta Júnior Borges.

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